7° Festival Ver e Fazer Filmes, de Cataguases

O encerramento da sétima edição do Festival Ver e Fazer Filmes, na noite de sexta-feira, 22 de novembro, lotou o Centro Cultural Humberto Mauro. Marcaram presença várias pessoas ligadas ao audiovisual da região e de outros locais do país, além de representantes dos realizadores e apoiadores do evento e autoridades locais. O gestor do Polo Regional da Zona da Mata, César Piva, na foto acima, da esquerda para direita com, a artista plástica, Renata Barbosa, sua esposa Beth, mais o casal muriaeense Fernanda e Euler Luz,  falou da extensa programação, durante os quatro dias do evento, como a exibição de curtas-metragens para o público infanto-juvenil e das duas exibições do longa-metragem “Maria do Caritó”, sendo uma em Cataguases e outra em Piacatuba, e que contou com a presença da protagonista do filme, a conhecida atriz Lília Cabral. O grande vencedor do Festival, foi “A Vida é coisa que segue”, que conquistou seis prêmios oficiais melhor filme, melhor trilha sonora, melhor som, melhor montagem, melhor roteiro, melhor produção e ainda o melhor filme indicado pelo júri popular. O nosso diretor e ator Euler teve um papel no filme premiado.

O júri ainda concedeu um prêmio especial ao menino Pedro Vianna, protagonista do filme “A vida é coisa que segue”.

Foram premiados as instituições parceiras do festival, o profissional destaque local, prêmio que coube a Bárbara Piva, e um prêmio especial que foi concedido a Camila Botelho (foto acima), uma homenagem a sua mãe Mônica Botelho, uma das idealizadoras e realizadoras de várias edições do festival, além de presidir a Fundação Ormeo Junqueira Botelho, e que atualmente está afastada de suas funções por motivo de saúde. Fonte e fotos: Site do Marcelo Borges

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