Déjà vu!

As vezes, não sei porque, vem em minha cabeça a letra da música Rebichada: “Não sou eu quem adora esta historia, é a história que adora uma repetição”, do Chico, olha a intimidade, rsrsrs. No início dos anos 60 um fenômeno político brasileiro, em quinze anos, foi de Vereador a Presidente da República. Não era rico, não fazia parte de algum clã, não tinha padrinhos, não era dono de jornal, não tinha dinheiro, não era ligado a grupo econômico, não servia aos Estados Unidos nem à Rússia, não era bonito, nem simpático. O que era, então, Jânio Quadros? Um mestre inato da arte da comunicação, Jânio no intuito de se manter diariamente na “ribalta”, utilizava factóides como a proibição do maiô, no Concurso de Miss e biquíni, nas praias. Proibiu também as rinhas de galo, o lança- perfume no Carnaval e tais. Mas, Jânio não governava com a maioria do Congresso e suas muitas alianças políticas, começaram a abandona-lo. Resultado, seis meses após sua posse, 31 de janeiro de 1.961,  ele é obrigado a renunciar, 25 de agosto de 1961. 

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