Muriaeenses se Destacando Lá Fora

zé bn 3

José Braz Neto com sua linda Alyne e no palco no momento da premiação

Rede Record e o programa Negócios de Sucesso realizaram a 17ª edição do Prêmio Líder Empresarial, para homenagear os nomes que se destacaram no cenário de negócios e empreendedorismo do Espírito Santo. Para isso, a TV Vitória criou um mecanismo de interatividade onde as pessoas  através de voto popular no jornal online Folha Vitória registram seu voto e elegeram as 40 categorias  vencedores do Prêmio Líder Empresarial. O Prêmio envolveu profissionais, formadores de opinião e a sociedade em geral em um projeto de grande prestígio e seriedade. Para dar ainda mais credibilidade e respaldo ao evento, uma empresa independente fez auditoria e validou os critérios, assim como acompanhou todo o processo de apuração dos votos, que aconteceu eletronicamente ao final do período de votação. Os vencedores receberam a premiação durante uma festa para convidados que aconteceu  na quarta-feira (2), no cerimonial Le Buffet, em Vitória. Entre eles destacou-se o jovem empresário muriaeense José Braz Neto, que foi premiado com o troféu Líder Empresarial do Segmento Automotivo  De acordo com o apresentador do programa Negócios de Sucesso, da TV Vitória/Record, Wesley Sathler, anfitrião do evento, esse ano em meio a crise, o premio justifica ainda mais, pelo esforço feito por parte dos empresários, para conseguirem vencer a adversidade do mercado econômico.

felipe ra 7O chef muriaeense Felipe Rameh conquistou o público ao apresentar toda a brasilidade dos ingredientes da cozinha mineira na palestra “Minas é mais! O resgate à simplicidade da comida mineira com um toque de contemporaneidade”, no início da noite do sábado, dia 5, no Auditório Senac, no Rio Gastronomia. Atrás das panelas há mais de dez anos, hoje à frente da casa gastronômica Alma Chef e do recém-inaugurado Green Up, Felipe explicou: “A gente privilegia os produtores artesanais e locais, porque não adianta ter uma cozinha muito técnica, estrelada e funcionários tristes, sem tempo e cozinhando com ingredientes produzidos em larga escala. Na minha cozinha, eu tenho tentado humanizar as relações entre os produtores, os cozinheiros e os alimentos. E não faz sentido fazer isso com produtos vindos da China. Hoje em dia a gente precisa pensar no impacto que o prato traz e tentar trazer a influência indígena e dos escravos também na cozinha mineira”. Em busca da cozinha sustentável com jeitinho mineiro, Felipe contou curiosidades e preparou, com bom-humor, três pratos durante a aula: Vertical de queijos da fazenda, com artesanais da Serra da Canastra e da Serra do Salitre; Galinha confitada com ravióli de miúdos e trelha de angu e a sobremesa Chocolate, chocolate, chocolate, que faz parte do menu do Alma. Antigamente, as famílias mineiras guardavam queijo dentro de gavetas de madeira. Fazer queijo é um trem lanhoso! Uma maneira de valorizar o ingrediente é utiliza-lo de forma completa. Na preparação da galinha, por exemplo, uso tudo: faço um molho com pé, e o recheio é de pasta de coração, fígado e moela, além do ovo. O Rio Gastronomia, uma realização O GLOBO, é apresentado pelo Sistema Fecomércio RJ, por meio de Sesc e Senac com parceria do Sindicato de Bares e Restaurantes (SindRio). Fonte e Foto: Caderno Ela, de O Globo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *